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Perfil Fotógrafos: Walter Firmo

 
Por Marília de Fátima da Silva
Reconhecido como um dos autores a trabalhar com fotografia colorida noBrasil, Walter Firmino, nascido em 1937 no Rio de Janeiro, começou na áreamuito jovem, pois sem foi apaixonada em fotografar. Iniciou no fotojornalismoem meados de 1955, como iniciante no jornal, Última hora e assim deu inicio asua carreira, trabalhando em vários jornais e revistas onde mostrou seutrabalho exemplar.
Também conhecido por outros trabalhos como fotografarfestas populares brasileiras como carnaval do Rio de Janeiro ao bumba meuboi.Ao longo de sua carreira foi premiado algumas vezes como em 1963, prêmioEsso de Reportagem, por cem dias na Amazônia de ninguém; de 1973 a 1982, 7 vezes, Concurso Internacional de Fotografia da Nikon; 1985 - Golfinho de Ouro.
Sabendo que seu segmento principal é o Fotojornalismo, qual diferençadele para outros segmentos?
WF: Bom, o fotojornalismo é aquele que tem o ladrão o engenheiro e o invisível, oladrão é o Ivan Teixeira que trabalha muito com este segmento, de clicar oinstante, aquela sem dúvida nenhuma o melhor do fotojornalismo aquela fotografia que engloba o instantâneo, da ação decorrente a sua frente, então eucreio na tese inclusive dando aula a mais de 30 anos, desde 1990 até antes dapandemia. Ladrão é este menino que falei e tem aquele que coloca o Picimbinha na cadeira de balanço, que sou eu e a soma desses dois que e o ladrão mais refinado é o invisível onde esta, desperta.
Qual a real intenção ao capturar uma imagem?
WF: Ai depende de cada um, da cabeça de cada um. Eu me baseio dentro da teseeu faço tudo o que estiver na minha frente, com a intenção de trabalhar umalinguagem muda trabalhando a inteligência e a sensibilidade de quem a vê.
Quando percebeu que seu trabalho tocava as pessoas?
WF: Bom, esta pergunta já um pouco vaidosa, o que me levou a fazer fotojornalismofoi tocar as pessoas com a minha percepção de eu diferenciar o que eupercebia de fotografar com a luz com o background, no caso das corestentando simbolizar a fotografia, nas cores que se perpetuam bem em baixo dalinha do equador, cores fortes, se eu tivesse nascido em um pais como na Islândia que não vê o sol nunca, eu com certeza não seria um fotografo decores e sim de preto e branco.
Depois de tantos anos de profissão como se sente hoje, após terconstruído uma carreira exemplar?
WF: Não sei se exemplar, mas dentro da minha linha de intenções de querer mecomunicar, através da minha imagem para o outro, eu consegui umas pessoashoje celebram a minha existência hoje, com 15 anos quando me despertou afotografia eu queria ser mais um fotografo apenas, mas de repente me torneilenda, que fico olhando de longe, como se não tivesse nada com isso.
Textos - Reportagens Shift
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